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Eu preferia ter perdido um olho

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“Eu preferia ter perdido um olho”, o mais novo lançamento da editora Alameda, nasceu da reunião dos textos publicados por Paloma Franca Amorim no jornal paraense OLiberal.

Logo na apresentação da obra, feita por Lúcio Flávio Pinto, a autora é comparada com Clarice Lispector. No prefácio, Edir Gaya aumenta a aposta e compara a jovem autora à Clarice e à Virgínia Woolf. Assim como essas duas grandes mulheres, que provocaram grandes mudanças no paradigma estético da literatura no século XX, Paloma escreve em tom confessional para uma tentativa de compreensão da vida e da realidade humana, em toda sua subjetividade. Ao mesmo tempo, passa longe da já saturada auto-ficção.

Paloma começou cedo sua carreira de escritora, aos 19 anos já publicava contos e crônicas para o grande público. E apesar de nunca ter se imaginado como romancista, como diz no capítulo Um Samba Para Maria, suas narrativas breves acabam formando um texto único e coeso.

A narração em primeira pessoa, como personagem que vive e filosofa é linha que costura todos os textos.

 

Sobre a autora

Paloma Franca Amorim nasceu em Belém do Pará em 1987. Mudou-se aos 18 anos para a cidade de São Paulo onde vive desde então. Além de escritora, é professora de teatro formada pela Universidade de São Paulo, ilustradora e integrante de alguns núcleos artísticos como a roda de samba de mulheres Sambadas, onde canta e toca clarinete, o grupo de teatro e cultura feminista Coletiva Vulva da Vovó e o coletivo de mulheres amazônicas Vacas Profanas, sediado na região norte do país. É colunista do jornal O Liberal.

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