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Mapa de viagem de uma coleção etnográfica

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A aldeia bororo nos museus salesianos e o museu salesiano na aldeia bororo

Convidamos os leitores a nos seguir numa viagem pelo tempo e pelo espaço para observarmos o percurso realizado por um conjunto de artefatos bororo colocados em trânsito pelos padres salesianos há mais de 80 anos. Levados para Itália para serem exibidos em exposições missionárias, esses objetos foram repatriados em 2001 para serem expostos no então recém-inaugurado museu da aldeia indígena de Meruri, Estado do Mato Grosso, Brasil. Ao colocarmos essa coleção em foco, observaremos, em um só tempo, os processos sociais que a constituíram, assim como as transformações nas trajetórias de pessoas, coletividades e instituições que gravitam em seu entorno.

Antes de tomá-los de partida como elementos de uma determinada “coleção etnográfica bororo” sob guarda da missão salesiana, interessa-nos compreender sua produção enquanto tal. Distante de uma perspectiva que os referenciam a uma escala cultural fixa, nossa viagem transforma tal coleção em um fio condutor para adentrarmos em um emaranhado de relações sociais e simbólicas, das quais essas peças emergem como signos moventes entre variados sistemas de significação.

 

Sobre o autor: Aramis Luis Silva é jornalista formado pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero e cientista social, pela Universidade de São Paulo. Lá, também obteve mestrado e doutorado em Antropologia Social. Pesquisador do Centro de Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e pós-doutorando da Universidade Federal de São Paulo, Aramis se interessa por sistemas de comunicação e micropolítica.

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